Bem-vindo ao sitio que trata de minha pesquisa em óptica!

Fico contente que tenha vindo até aqui e espero que nesta versão inicial possa lhe dar uma visão básica de minha atividade.
Destinei este sitio a comentar minhas pesquisas em óptica.
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Ensino de física e divulgação da Óptica, anterior a 2002

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Meus antecedentes

.....Nascí em 1948 na cidade de La Plata, capital do estado ("provincia") Buenos Aires na Argentina. Estudei e trabalhei na centenária Universidad Nacional de La Plata, me doutorando em física sob a orientação do Dr. Mario Garavaglia, quem depois criaria o CIOP. Fui convidado em 1975 a trabalhar no Instituto de Física da Universidade Estadual de Campinas-UNICAMP, em Campinas, São Paulo, Brasil, sendo fundador do Laboratório de Óptica do DFMC. Isto aconteceu certamente porque tinha começado a fazer holografia em 1969, o que apareceu na América Latina como uma técnica muito excitante e nova.

Depois de trabalhar na metrologia ("Metrology by laser light", lista de artigos) muitos anos, voltei a trabalhar em imagens ("Work in imaging", lista de artigos) porque achei um fenômeno muito interessante oculto dentro dos hologramas que são vistos com luz branca: a codificação da profundidade pela difração ("The encoding of depth by spectral diffraction", artigos básicos)

Isto me deu a ideia de que muitas coisas poderiam ser feitas usando apenas luz branca. E de que holografia e fotografia não seriam técnicas tão distantes como pensávamos. Considerei também que, se as borboletas usam a difração para ter suas cores, os humanos temos muito a aprender observando com atenção, sobre tudo a natureza.

Um complemento natural a estas experiências foi a tela difrativa (diffractive screen), um elemento conhecido mas nunca antes utilizado sob luz branca. Projetando nele imagens codificadas por difração foi possível ver sem acessório algum imagens com paralaxe horizontal continuo.

Obtivemos em 1988 todos os resultados fundamentais que permitiam alta qualidade de projeção diretamente desde um objeto, projeção de fotografias codificadas por difração, uma TV 3D sem óculos, e, dois anos depois, a ampliação de hologramas a partir do formato de filme 35mm. Usamos primeiramente telas impressas de 15 cm de largo por 30 cm de alto. Este tamanho conseguiu somente ser maior ao trabalhar com filme AGFA de 30 cm x 40 cm e, em 1993, alcanzamos o maior tamanho, graças à colaboração do Dr. P.M. Boone da Rijksuniversiteit Gent, Belgica.

A maioria dos meus artigos está divulgada pelo repositório gratuito da Cornell University, o extraordinário www.arxiv.org e a lista deles é acessável por  http://arxiv.org/a/lunazzi_j_1

* Se quiser mais informação pode ler meu histórico resumido (desatualizado hoje), meu histórico completo (mais atual) ou o Curriculum Lattes (menos completo) pesquisando por "lunazzi".
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A ampliação de hologramas
Tentarei resumir mais de 30 anos de atividade profissional. É importante que mostre a você primeiramente como temos conseguido ampliar hologramas por meio de LUZ BRANCA partindo do prático formato de filme 35 mm até obter imágens sobre uma tela difrativa de 0,75 m (H) x 1,14 m (V). Esta técnica permite ECONOMIA DE FILME e CINEMA HOLOGRÁFICO.
Saiba mais sobre a ampliação de hologramas clicando no título acima.
 
 


Holoimagens eletrônicas

Você encontrará informação básica sobre o tema como "Protótipos de TV holográfica desenvolvidos" clicando no título acima.
Saiba sobre nosso trabalho em imagens eletrônicas, que conta com a colaboração dos professores Paulo Licio deGeus, Cândido Xavier de Mendonça Neto.
Para quem quiser mais informação técnica, temos uma tese acabada em 1994  e um artigo.  Este trabalho desenvolveu um sistema vetorial que foi a base para o sistema que hoje desenvolvemos para televisão.
Pode copiar aqui se quiser a tese de mestrado do ano 1998 do ex-aluno Émerson (arquivo pdf, 1 Mb) ou na Biblioteca Digital da UNICAMP.
Quem quiser entrar em mais detalhes técnicos, tem também nosso artigo apresentado no encontro de computação "SIBGRAPI 96" .

Ou voce pode copiar meu artigo em inglês "The use of Diffractive Screens for Electronic Imaging" ( hodic.pdf   356.800 b), apresentado no encontro "Holographic Displays Artists and Engineers Club-HODIC, Japão, setembro de 1997 e publicado na circular V17 N1.


Holoprojeção por lente horizontal
Um tipo de projeção de objetos que da toda a apariência "holo" às imagens foi descoberto pelo Prof. Lunazzi em 1989. A cena fica brilhante, com movimento, o projetor é compacto e a tela, de 15 cm (H) x 30 cm  pode ser produzida em quantidade industrial.


Imagens por dupla difração de luz branca
Um novo tipo de imagens foi descoberto por nós onde, sem lente ou sem ela como elemento principal, imagens por luz branca são geradas com propriedades novas. Uma delas, é a inversão de relevo. Embora sem aplicação direta no momento, o trabalho serve para entender melhor as holoimagens e pode também ajudar a desenvolver melhor a teoría do telescópio espacial difrativo, projeto em desenvolvimento nos EUA. Por outro lado, as experiências podem ser feitas com elementos tão comuns como os discos digitais (CDs, DVDs, SDVDs)


Fazer holografia com luz branca

Deveria ser o sonho de tudo holografista. Desde sua invenção por Gabor a holografia foi concebida como uma técnica puramente monocromática e hoje em dia somente se registram hologramas com  luz de lêiser. Ver hologramas com luz  branca é possível com técnicas de monocromatização:  seja por filtragem intrínseca no holograma (técnica de Denisyuk, inventor isolado da holografia), ou pela  distribuição de comprimentos de onda verticalmente (técnica de Benton). Alguns intentos foram feitos para registrar sob luz branca, mas não conhecemos de alguma técnica que  seja aplicada com sucesso.  Pareceria agora que  a  comunidade da holografia não pensasse mais nessa possibilidade. A codificação  da profundidade pro difração permitiu ao Dr.Lunazzi fazer sua  propria  proposta, publicada em 1990, que se baseia nesse princípio e no acréscimo da técnica de registro interferencial de comprimentos de onda em filme fotográfico de Lippmann.




Estereoscopia

Desenvolvimento de imagens com visualização tridimensional partindo de técnicas clássicas, e chegando até a eliminação da necessidade de óculos especiais ou qualquer acessório por meio da tela difrativa (holográfica).

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Aplicações em odontologia(clike no título)

Fizemos de dois tipos:  armazenamento de hologramas de moldes dentais (ano 1993), e holografia interferométrica de craneos sob tensão de aparelhos ortodónticos (1.999- ).

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Lista para saber sobre eventos

Quem quiser ficar informado sobre cursos, palestras, exposições etc. ligadas ao trabalho de holoimagens do Prof. Lunazzi pode se inscrever na lista "disholobildoj"  criada em Yahoo Groups clicando no título acima. Podem por meio dela também, encaminhar perguntas sobre o conteúdo da página. Ao longo do tempo a lista servirá como mais um recurso informativo técnico.

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Alguns endereços sobre imagens holograficas

No exterior:

HOLOWORLD

http://www.holo.com/peper/Symsite/

HOLONET

http://www.hmt.com/holography/index.html

Holocom

HOLOPRINT  Faz hologramas de boa qualidade e grande tamanho partindo de filmações ou desenhos digitais.

Retratos holográficos (ainda tem quem faz!)

Coleção de hologramas de Johnatan Ross
Coleção de hologramas de José J. Lunazzi, a mais completa de latinoamérica.

Holography in Russia

Lista de discussão sobre holografia na Itália (inglês e italiano).

Antiquario de holografia

No Brasil

VIDECOM: http://www.videcom.com.br/ Arquivo que mostra o alto nivel que fora atingido em holografia artística no Brasil, até o falecimento de Moysés Baumstein em 1991

Na Universidade Federal de Minas Gerães: http://www.eba.ufmg.br/hololab/

Livro sobre holografia, gratuito se sua entidade, como a UNICAMP, tem convênio com a editora Oxford: "Holographic Visions: A History of New Science", by Sean Johnston. Conta por extenso a história.

Algumas pessoas que conheço no Brasil e que tem prática em holografia, a maioria delas adquirida comigo: Lauro Wickert (Passo Fundo-RS, falecido), Prof. Dr. Angel A. Tagliaferri (Niteroi-RJ), Sérgio A. Oliveira (São Paulo-SP), Marcio M. Ueno (USP São Paulo), Rozélia L. de Medeiros (PUCSP), Juliana Bottas Pereira, Paula Philbert Lajolo (Riberão Preto-SP),  Francisco Mauro (Curitiba), CEFET (Curitiba), Prof. Dr. Bernard Johannes Lesche (Rio de Janeiro e Juiz de Fora), Engo. Marcelo Diamand (Rio de Janeiro), Almir Afiune (Brasília), David da Silva L. Figueira , Wendel L. Moreira, Noemí I. Rivera, Paulo H. Valarelli, Celso E. Stefani Nogueira ,(Campinas-SP), Noemí I Rivera (UNICAMP atualmente no Canadá), Daniel S. Magalhães Ferreira (UNICAMP), Maria Clara Igrejas Amon (USP), Carlos A. Invernizzi (UNICAMP), Hugo Amado Minetti-Paysandu-Uruguay.

COLOCAÇÕES

Se quiser sair da área técnica e conhecer algo de minha posição referente a   universidade, pode clicar aqui indo a "Colocações Universitárias"

Breve história dos inícios do Laboratório de Óptica da UNICAMP 

Alguns dados a mais

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  • Meus telefones profissionais  são: 3521-2451.  Se quiser saber sobre nosso Laboratorio de Óptica na UNICAMP, clique aquí . Uma outra referência se obtém por meio do CNPq, de onde você poderá também saber sobre a maioria dos pesquisadores do pais.
  • Você virá me visitar? Veja  então como chegar ao meu laboratório.


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